quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Aula de Matematica


Identificação
Ano turma 2º A
Nº de aluno 30
Período manhã
Tema aula Matemática:  
Usando resultados numéricos conhecidos para
 resolver outros cálculos


Objetivos
- Compreender que os resultados de determinadas contas servem para chegar aos resultados de outras contas parecidas.
- Concluir que contas envolvendo números grandes podem ter o mesmo grau de dificuldade que outras parecidas, com números pequenos.
Nessa proposta de atividade permanente você vai ver como aumentar o repertório de cálculos mentais conhecidos da turma.
Flexibilização
Para alunos com deficiência intelectual
Eles podem chegar à compreensão desta relação matemática através do uso de Material Dourado. O professor deve levá-los a observar e explorar a relação entre uma unidade e uma dezena, ou um “cubo” e uma “barra”(como também podem ser denominados). Este material é demonstrativo, vai além do registro gráfico dos números o que possibilita maior compreensão e assimilação.

Desenvolvimento
Resolva na lousa, com o auxílio dos alunos, adições de números iguais e de um algarismo com o objetivo de levá-los, a seguir, a estender esse conhecimento para adições de números iguais e mais de um algarismo (20 + 20 ou 30 + 30, por exemplo):

Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos
Ajude-os a estabelecer relações entre certos cálculos a partir das características do nosso sistema numérico. Questione, por exemplo, se para fazer contas como 20 + 20 ou 30 + 30 podemos usar 2 + 2 ou 3 + 3, contas de resultados já conhecidos. Partam, então, para adições de números iguais e de dois algarismos, tentando estabelecer relações com os resultados das contas com números iguais e um algarismo. Leve-os, dessa maneira, a concluir que:
Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos
Questione-os sobre quais outras contas parecidas seria possível escrever: será que as contas 1 + 1 e 10 + 10 ajudam a solucionar a conta 100 + 100? E que as contas 2 + 2 e 20 + 20 ajudam a resolver a conta 200 + 200? Reflitam sobre o assunto e concluam realizando mais exemplos de adições com números iguais e de três algarismos para checar as hipóteses levantadas.

Avaliação
Solicite aos alunos que registrem as conclusões no caderno e analise se eles compreenderam que podem usar os resultados de certas contas para resolver outras. Verifique se a turma avançou em relação aos procedimentos utilizados nas atividades e observe ainda a participação nas discussões.




Bonecas para Caderno.



O MENININHO


O MENININHO
ERA UMA VEZ UM MENININHO. ELE ERA BASTANTE PEQUENO. E ERA UMA GRANDE ESCOLA. MAS QUANDO O MENININHO DESCOBRIU QUE PODIA IR À SUA SALA CAMINHANDO, ATRAVÉS DA PORTA DA RUA, ELE FICOU FELIZ. E A ESCOLA NÃO PARECIA TÃO GRANDE QUANTO ANTES.
UMA MANHÃ, QUANDO O MENININHO ESTAVA NA ESCOLA, A PROFESSORA DISSE:
- HOJE NÓS IREMOS FAZER UM DESENHO.
- QUE BOM! – PENSOU O MENINO. ELE GOSTAVA DE FAZER DESENHOS. ELE PODIA FAZÊ-LOS DE TODOS OS TIPOS: LEÕES, TIGRES, GALINHAS, VACAS, TRENS E BARCOS; ELE PEGOU SUA CAIXA DE LÁPIS E COMEÇOU A DESENHAR. MAS A PROFESSORA DISSE:
- ESPEREM! AINDA NÃO É HORA DE COMEÇAR.
- AGORA, DISSE A PROFESSORA, NÓS IREMOS DESENHAR FLORES.
- QUE BOM, PENSOU O MENININHO! ELE GOSTAVA DE DESENHAR FLORES COM LÁPIS ROSA, LARANJA E AZUL. MAS A PROFESSORA DISSE:
- ESPEREM, VOU MOSTRAR COMO FAZER.
- E A FLOR ERA VERMELHA COM CAULE VERDE.
- ASSIM, DISSE A PROFESSORA: AGORA VOCÊS PODEM COMEÇAR.
ENTÃO, ELE OLHOU PARA A SUA FLOR. ELE GOSTAVA MAIS DA SUA FLOR, MAS NÃO PODIA DIZER ISSO. ELE VIROU O PAPEL E DESENHOU UMA FLOR IGUAL À DA PROFESSORA. UMA FLOR VERMELHA COM CAULE VERDE.
NUM OUTRO DIA, QUANDO O MENININHO ESTAVA EM AULA, AO AR LIVRE, A PROFESSORA FALOU:
- HOJE VAMOS FAZER ALGUMA COISA COM BARRO.
- QUE BOM! – PENSOU O MENININHO. ELE GOSTAVA DE BARRO. ELE PENSOU QUE PODIA FAZER TODOS OS TIPOS DE COISAS COM O BARRO: ELEFANTES, CAMUNDONGOS, CARROS E CAMINHÕES. ELE COMEÇOU A AMASSAR SUA BOLA, MAS A PROFESSORA FALOU:
- ESPEREM! NÃO É HORA DE COMEÇAR. E ELE ESPEROU QUE TODOS TIVESSEM PRONTOS.
- AGORA - DISSE A PROFESSORA - NÓS IREMOS FAZER UM PRATO.
- QUE BOM, PENSOU O MENININHO! ELE GOSTAVA DE FAZER PRATOS DE TODAS AS FORMAS E TAMANHOS.
A PROFESSORA DISSE:
- ESPEREM! VOU MOSTRAR COMO É QUE SE FAZ! E ELA MOSTROU A TODOS COMO SE FAZ UM PRATO FUNDO.
- ASSIM – DISSE A PROFESSORA. AGORA VOCÊS PODEM COMEÇAR.
O MENINO OLHOU PARA O SEU PRÓPRIO PRATO. ELE GOSTAVA MAIS DO SEU PRATO DO QUE O DA PROFESSORA, MAS ELE NÃO PODIA DIZER ISSO. ELE AMASSOU SEU BARRO NUMA GRANDE BOLA NOVAMENTE E FEZ UM PRATO IGUAL AO A PROFESSORA. ERA UM PRATO FUNDO. E MUITO CEDO, APRENDEU A ESPERAR E OLHAR A FAZER EXATAMENTE COMO A PROFESSORA.
E MUITO CEDO ELE NÃO FAZIA MAIS COISAS PARA SI PRÓPRIO.
ENTÃO ACONTECEU QUE O MENININHO E SUA FAMÍLIA MUDARAM PARA OUTRA CASA, EM OUTRA CIDADE E O MENININHO TINHA QUE IR PARA OUTRA ESCOLA.
ESTA ESCOLA ERA AINDA MAIOR QUE A PRIMEIRA. E NÃO HAVIA PORTA DA RUA PARA SUA SALA. ELE TINHA QUE SUBIR GRANDES DEGRAUS ATÉ A SUA SALA.
E NO PRIMEIRO DIA, ELE ESTAVA LÁ E A PROFESSORA DISSE:
- HOJE NÓS VAMOS FAZER UM DESENHO.
- QUE BOM, PENSOU O MENININHO! E ELE ESPEROU QUE A PROFESSORA DISSESSE O QUE FAZER.
MAS A PROFESSSORA NÃO DISSE NADA. ELA APENAS ANDAVA NA SALA. VEIO ATÉ O MENININHO E DISSE:
- VOCÊ NÃO QUER DESENHAR?
- SIM – DISSE O MENININHO! MAS O QUE NÓS VAMOS DESENHAR?
- EU NÃO SEI, ATÉ QUE VOCÊ O FAÇA! – DISSE A PROFESSORA.
- COMO EU POSSO FAZÊ-LO? PERGUNTOU O MENININHO.
- DA MANEIRA QUE VOCÊ GOSTAR, DISSE A PROFESSORA.
- E DE QUE COR?
- SE TODO MUNDO FIZER O MESMO DESENHO E PINTAR COM AS MESMAS CORES, COMO EU POSSO SABER QUEM FEZ O QUÊ? E QUAL O DESENHO DE CADA UM?
- EU NÃO SEI – DISSE O MENININHO.
- E COMEÇOU A DESENHAR A FLOR VERMELHA COM CAULE VERDE.
Autor desconhecido (contribuição da assessora Pedagógica Lídia Balsi)

SETE MANEIRAS DE COORDENAR

SETE MANEIRAS DE COORDENAR E ESTIMULAR O EDUCADOR A DESENVOLVER UM OLHAR SENSÍVEL E CONSTRUTIVO EM RELAÇÃO AO DESENHO NA PRIMEIRA INFÂNCIA.

1-      Estimule o Educador a soltar a imaginação com as seguintes atividades: leitura de imagens, boas narrativas, interpretação de fatos ou cenas, análise de conjunturas etc. 
2-      Promova momentos de retrospectivas acerca das fases da infância vivenciadas pelo Educador.
3-      Organize um espaço na creche que seja referência para construção do fazer artístico, disponha papéis diversos, materiais recicláveis, música, tintas e tudo que suscite a livre criação.
4-      Desafie o educador a fazer o exercício de “ver com olhos de criança.” Ou seja, que consiga externar a criatividade sem a preocupação de ser avaliado negativamente.
5-      Incentive o talento gráfico-plástico do educador através de etapas de trabalho que resultarão em produtos a serem utilizados em exposições.
6-      Encoraje o educador a experimentar e aprender os enigmas da arte de criar com vários suportes.
7-      Acompanhe o trabalho diário do educador, caso perceba ausência de atividades que suscite o desenvolvimento da criatividade das crianças, retome a reflexão da importância do desenho na primeira infância.     
       



SETE MANEIRAS DE COORDENAR E ESTIMULAR O EDUCADOR A DESENVOLVER UM OLHAR SENSÍVEL E CONSTRUTIVO EM RELAÇÃO AO DESENHO NA PRIMEIRA INFÂNCIA.

8-      Estimule o Educador a soltar a imaginação com as seguintes atividades: leitura de imagens, boas narrativas, interpretação de fatos ou cenas, análise de conjunturas etc. 
9-      Promova momentos de retrospectivas acerca das fases da infância vivenciadas pelo Educador.
10-  Organize um espaço na creche que seja referência para construção do fazer artístico, disponha papéis diversos, materiais recicláveis, música, tintas e tudo que suscite a livre criação.
11-  Desafie o educador a fazer o exercício de “ver com olhos de criança.” Ou seja, que consiga externar a criatividade sem a preocupação de ser avaliado negativamente.
12-  Incentive o talento gráfico-plástico do educador através de etapas de trabalho que resultarão em produtos a serem utilizados em exposições.
13-  Encoraje o educador a experimentar e aprender os enigmas da arte de criar com vários suportes.
14-  Acompanhe o trabalho diário do educador, caso perceba ausência de atividades que suscite o desenvolvimento da criatividade das crianças, retome a reflexão da importância do desenho na primeira infância.